Curso de Alimentação Biológica

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

Começe a praticar agora:

Inscreva-se no curso abaixo e ganhe um mês de aulas*.

*sujeito a vaga no horário.

No dia 04 de dezembro às 15h ocorrerá o curso de Alimentação Biológica em nossa escola, que será ministrado pela querida Professora Márcia Cordoni.

Chegou a sua oportunidade de conhecer uma alimentação colorida, nutritiva e saborosa.

A alimentação saudável e sua influência na prática do SwáSthya Yôga

-   sistemas alimentares

-   o tripé da boa saúde

-   a fisiologia e a alimentação

-   técnicas de desintoxicação do organismo

-   a alimentação e o pensamento

-   hábitos saudáveis

-   combinação dos alimentos

-   bibliografia

Local: SwáSthya Yôga no Tatuapé

Informações: 11 3554-0262

Rua Santa Gertrudes, 289 – Tatuapé – São Paulo – SP

 

 

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em cursos | Deixar um comentário

O que é o Yôga

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

UMA ODE CONTRA OS FALSOS ESTEREÓTIPOS

O que é o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)

O Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) é uma filosofia. Todos os dicionários classificam o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) como filosofia. Todas as enciclopédias classificam o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) como filosofia. Nenhum dicionário ou enciclopédia se refere ao Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) como terapia. Nenhum considera o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) como educação física.

O problema é que a mídia internacional pontificou que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) deve ser o que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) não é. E a opinião pública foi atrás no equívoco sobre o que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) deve ser. O mais grave é que o leigo se arroga o direito de entender mais do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) do que um professor formado nessa disciplina.

Assim, quando declaramos que praticamos o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) ou que ensinamos o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), sempre passaremos pelo dissabor de sermos confundidos com algum maluquete naturéba; ou, pior, com algum “guru” espertalhão ou curandeiro que queira iludir a terceiros com o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), supostamente, alguma espécie de seita ou de religião (!).

A que se devem as interpretações desatinadas a respeito do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)? À medida que nossa cultura geral se amplia, vamos percebendo que as pessoas alimentam ideias alucinadas sobre quase todas as coisas. Por que não as nutririam com relação ao Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)? Podemos ver em filmes de Hollywood um oficial alemão da Segunda Grande Guerra conversando com outro alemão em inglês!  Ah! Mas tudo bem: eles falavam inglês com sotaque alemão! Vemos mulheres indígenas bonitas, com sobrancelhas feitas e maquiagem da moda da época em que o filme foi feito. Com uma ingenuidade dessas você acha que conseguiriam entender o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)?

Basta mencionar a palavra mágica (o Yôga, a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) e o interlocutor já nos pergunta automaticamente, incontrolavelmente: “Quais são os benefícios do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)?” Mas como assim “Quais são os benefícios do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)?” Alguém pergunta quais são os benefícios da filosofia de Sócrates, de Platão, de Aristóteles ou de Kant? Então, por que perguntam isso com relação à filosofia que leva o nome de Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)? Percebe que é irracional?

Contudo, é claro que a culpa não é da pessoa que formula tão insensata questão. A responsabilidade da barafunda mental que assola o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) poderia ser atribuída à Imprensa. Acontece que ela é mais vítima do que algoz nessa crassa trapalhada, já que os jornalistas também são parte da opinião pública e estão igualmente sujeitos a sofrer paralisias paradigmáticas com relação ao Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga).

A raiz da baralhada é que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) pertence a uma outra cultura muito diferente da nossa, com outros valores e outros parâmetros. Quando o ocidental assesta o olhar para o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), inevitavelmente filtra esse Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) pelas suas lentes cristãs. O resultado do que ele enxerga é desastroso. O que ele vê é uma caricatura do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga). Na verdade, além de cristianizar o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), o ocidental também o embaralha com budismo, lamaísmo, tai-chi, macrobiótica e o que mais lhe passar pela cabeça que seja oriental ou apenas esquisito.

Agora temos também o modismo de estereotipar o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) com o “natural”. Recebi um entrevistador que veio gravar uma matéria para a televisão. Gracejei com ele e disse-lhe que já estava a postos para fazermos a matéria sobre contabilidade. Ele entrou na brincadeira e respondeu sem titubear: “Desde que seja contabilidade natural.” (!) Como assim? Isso não faz o mínimo sentido.  …  Ah! Entendi! Já que somos do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), devemos ser naturébas. Então, se vamos falar sobre contabilidade, deve ser contabilidade “natural”. Ha-ha-ha! Entendi…

E ponha preconceito nisso.

Creio que nunca mais vamos poder declarar que praticamos o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) ou que ensinamos o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) sem gerar um mal-entendido. Na verdade, quando conhecemos alguém em algum evento e a pessoa diz que pratica o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) já vou logo mudando de assunto para evitar conflito. É que o termo sânscrito masculino Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) significa união, porém, paradoxalmente, desune as pessoas que estudam o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) ou que praticam o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga).

Será que no mundo inteiro reina essa confusão com relação ao Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)? No que concerne à interpretação do conteúdo e à classificação, em todo o Ocidente, o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) é uma alucinação kafkiana. Mas nós, brasileiros e portugueses, não podíamos deixar barato e fizemos melhor. Passamos a enriquecer o desatino complicando também o gênero da palavra (o que no inglês, por exemplo, não ocorre) e querendo grafar com i, sem o y, o que não ocorre no inglês, nem no francês, nem no alemão, nem no espanhol, nem no italiano… só para complicar a nossa vida! Pronto: agora o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) passa a ter uma barafunda a mais. Uma, não! Duas.  Antes que eu possa discorrer sobre o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), preciso investir uma hora ou mais da aula ou da palestra para demonstrar que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) escreve-se com y, que é vocábulo masculino, que a pronúncia é com ô fechado, que leva acento no seu original em alfabeto dêvanágarí…

Quando termino de proporcionar estes esclarecimentos prévios sobre o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), acabou o tempo e as pessoas terão que se contentar em ir para casa mais confusas do que quando chegaram e sem que eu tenha podido dissertar sobre o conteúdo em si, o qual deveria ter sido o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) e não sobre a grafia, o gênero e a pronúncia da palavra Yôga (o Yôga, a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)!

Assim, se o estimado leitor ainda não compreendeu qual é o objetivo de mencionarmos tantas vezes o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) neste pretensioso artigo, sugiro que se sente em posição de Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) e faça uma boa e profunda meditação budista. Ou macrobiótica? Ah! Tanto faz, vem tudo do mesmo lugar, aquele tal de Oriente.

Assinado: DeRose

Professor de o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)

Deus me livre! Que confusão! Vamos combinar assim: não me qualifique mais como
professor de o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga).
Para todos os efeitos, sou consultor em qualidade de vida e administração de relações humanas
para adultos jovens e saudáveis.

Post scriptum: se eu soubesse que iria ser assim, não sei, não, se em 1960 eu teria optado por me tornar instrutor do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga).

Fonte: www.uni-yoga.org/blogdoderose

 

 

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em DeRose | Deixar um comentário

Gourmet & Sarau Cultural

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

No sábado, dia 08 de outubro tivemos uma tarde bem agitada em nosso espaço cultural. Começando com uma comidinha super apetitosa sem carnes, o strogonoff de shimeji que foi confeccionado pelas alunas do aprofundamento filosófico sob a supervisão dos instrutores é claro, já que a nossa alimentação é muito colorida, saborosa, refinada e bem temperada.

E logo na sequência o sarau cultural com intervenções artísticas, na qual contamos com declamação de poesia, músicas ao som de violão, mágica e demonstração de coreografia.

Veja as fotos abaixo:

Cincopa WordPress plugin

 

 

 

 

 

 

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em Atividades culturais | Deixar um comentário

Jantar no Tandoor.

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

No sábado, 13 de agosto. Nós instrutores e alunos da unidade Tatuapé fomos nos deliciar com as artes culinárias do Tandoor.

Um restaurante indiano muito aconchegante localizado no bairro Paraíso em São Paulo.

Veja as fotos abaixo:

Cincopa WordPress plugin

 

 

 

 

 

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em Atividades culturais, Sem categoria | Deixar um comentário

Noite do Fondue

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

No sábado, dia 23 às 18h venha curtir uma noite de inverno na nossa escola!
Noite do Fondue, com a galera do SwáSthya na unidade Tatuapé.

Vamos assistir também ao filme La Belle Verte (Turista espacial). Veja o trailer aqui.

Reserve já a sua vaga.

 

 

 

 

 

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em Atividades culturais | Deixar um comentário

Fotos do Curso Conversa com o Tempo com o Professor Fábio Euksuzian

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

Agradecemos ao Professor Fábio Euksuzian pelo conhecimento compartilhado.

Veja as fotos logo abaixo:

Cincopa WordPress plugin

Agora ação!

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em Sem categoria | Com a tag | Deixar um comentário

Curso conversa com o tempo.

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

No domingo, dia 03/07 às 15h ocorrerá um excelente curso em nossa escola sobre gestão do tempo com o Professor Fábio Euksuzian.

Um curso que aborda uma interessante percepção da administração e otimização do tempo. O tempo é igual para todos, por que então algumas pessoas estão sempre correndo atrás dele e outras o esnobam, por tê-lo sempre ao seu lado? Como usar o tempo a seu favor em prol de uma maior produtividade e realização?

Assista ao vídeo abaixo e programe-se:

http://www.youtube.com/watch?v=ZrVHhU9Z7Cg&feature=player_embedded

 

 

 

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em cursos | Deixar um comentário

Caminhada com respiratórios e super café da manhã gregário.

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

Clique na imagem para ampliá-la.

 

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário

Fotos do círculo de mentalização especial de maio

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

Cincopa WordPress plugin

 

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em Atividades culturais | Deixar um comentário

Cronograma de atividades culturais de maio

FacebookEmailGoogle GmailGoogle BuzzHotmailYahoo MailShare

Clique na imagem para ampliá-la.

 

Compartilhar:
  • Print
  • Facebook
  • RSS
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • PDF
Publicado em Cronograma | Deixar um comentário